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(Extra)
- Um médico de Nova York (EUA), condenado a
24 anos de prisão por drogar e abusar sexualmente
de sete pacientes num hospital da cidade, também
apalpou uma paciente em estado terminal, segundo
descoberta feita
nesta semana pelo "NY Post".
A mulher de 47 anos, identificada como "vítima
2" no caso do abusador, estava no leito
de morte no Hospital New York-Presbyterian Queens
em maio de 2022, quando Zhi Alan Cheng se filmou
apalpando os seios e a genitália da vítima,
de acordo com documentos judiciais aos quais
o jornal teve acesso.
O médico se declarou culpado em junho de quatro
acusações de estupro em primeiro grau e três
acusações de abuso sexual em primeiro grau,
e foi sentenciado em agosto. Além da pena de
24 anos de prisão, Cheng ficará 10 anos sob
supervisão judicial após ser libertado e será
registrado como agressor sexual até o fim da
vida.
"Ele se filmou abusando sexualmente da
mulher que estava inconsciente, entubada e alimentada
por sonda, à beira da morte", disse o advogado
Nicholas Liakas, cujo escritório processou o
hospital em 2023 em nome de quatro das vítimas.
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Após a morte da paciente entubada, a família
decidiu não prosseguir com o processo judicial
por desejar privacidade.
Mas para o escritório de Liakas o caso continua
aberto. Ele exige responsabilização do hospital
e uma investigação mais ampla sobre a extensão
dos crimes.
Uma das vítimas era uma jovem de 19 anos que
estava internada no hospital para uma cirurgia
de remoção da vesícula biliar e que teria sido
apalpada por Cheng em junho de 2021, após ele
entrar sorrateiramente em seu quarto na ala
pediátrica, de acordo com documentos do hospital
citados nos autos do processo e fornecidos pelo
escritório.
O médico disse à paciente que era gastroenterologista
e injetou algo em seu soro, de acordo com os
documentos. Cheng também gravou o abuso. Ele
permaneceu no quarto por 19 minutos. A adolescente
acordou sentindo como se "alguém estivesse
torcendo e puxando sua parte inferior do abdômen"
e "não se lembra do que aconteceu".
Segundo Liaskas, há uma tentativa de "acorbertar
tudo" e poupar o hospital.
Fonte:
Extra (Page Not Found), publicado em 26/04/2026
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