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Agente de 27 anos é acusado de atos sexuais com cadáver de Elizabeth
   
 
Polícia em serviço filmado a violar cadáver
de mulher
 
Agente, de 27 anos, respondia a um caso de overdose de drogas. Câmara corporal captou atos sexuais e ‘tramou’ o jovem
13/08/2020
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Um polícia de Los Angeles, EUA, está a ser acusado de ter violado o cadáver de uma mulher, quando respondia a um alerta de overdose de drogas.

Segundo o The Sun, Elizabeth Bagget, de 34 anos, foi encontrada morta em casa, depois de o agente David Rojas ter sido enviado para responder à ocorrência. Terá sido nessa altura que o polícia, de 27 anos, praticou uma série de atos sexuais com o corpo de Elizabeth, que foram captados pela câmara corporal que algumas forças de segurança dos EUA têm aplicada na farda.

A família de Elizabeth teve conhecimento do que o jovem havia feito e interpôs-lhe um processo civil, acusado dos crimes de invasão de privacidade, negligência, má-conduta agravada no tratamento de restos mortais humanos, e violação dos deveres profissionais.


No processo, a família alega ainda que as imagens gravadas foram vistas por outros agentes da políca de Los Angeles e que foram partilhadas e divulgadas por estes.

No caso, ocorrido em outubro de 2019, e de acordo com a acusação, Rojas terá cometido uma série de atos sexuais incluindo "violação e abusos", "toques e apalpões nos seios e mamilos", "gravação do corpo nu da alegada vítima" e "outros contactos sexuais".
 
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"No desespero de perder a Elizabeth, soube que ela foi violada pelo polícia que jurou proteger-nos a todos. Estou para lá de furiosa com o facto de este homem ter tão pouco respeito por outro ser humano, pela nossa Elizabeth, e por não ter pensado que ela é a filha de alguém, a neta de alguém e a mãe de alguém", comenta a mãe da alegada vítima. Elizabeth tinha um filho de 6 anos que falou à comunicação social com a autorização do pai e que, informado do que tinha acontecido, disse que a ação do polícia foi "nojenta".

Rojas já foi presenta e tribunal judicial, à parte deste processo civil, onde afirmou ser inocente. O homem estava com o parceiro na resposta à ocorrência e, deixado sozinho com o corpo por alguns momentos, desligou a câmara e terá levado a cabo os abusos. No entanto, o aparelho filmou parte do incidente, que foi descoberto depois, por acaso, na memória da câmara numa operação de verificação de equipamentos.

O suspeito está em liberdade a aguardar julgamento e arrisca uma pena de até três anos de prisão.

Fonte: Correio da Manhã
 
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